sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Engenhocas musicais

Ideias mirabolantes sempre me enfeitiçam! Se eu tivesse podido experimentar... estaria tentando pular para fazer música até agora!

http://mais.uol.com.br/view/348580

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

"O poder da Escala Pentatônica

5 notas. Só 5 notinhas. Isso é a escala pentatônica.

Se o nome não é familiar, com toda certeza você já ouviu ela milhares de vezes.

É a escala mais intuitiva. Usada em muitas formas de música primitiva.

Os índios usam flautas com a escala pentatônica. Os chineses usam a escala pentatonica. O Blues usa a pentatônica. Música escocesa (gaita de foles), música gospel (Amazin Grace é composta usando somente as notas da escala pentatônica), as orquestras de gamelan na Indonésia usam a pentatônica.

Claude Debussy usou, os cantos gregorianos usam, os gregos antigos, Keith Richard dos Rolling Stones.

A sua mãe quando limpa o piano e passa o pano de pó nas teclas pretas toca a escala pentatônica.

Em qualquer parte do mundo essa escala é muito difundida. De alguma forma, ela parece estar impregnada na nossa mente. Por que? Como?

Os neurociêntistas não explicam, mas o Bobby McFerrin demonstra com uma clareza que só vendo.
Então veja:

World Science Festival 2009: Bobby McFerrin Demonstrates the Power of the Pentatonic Scale from World Science Festival on Vimeo.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

DADI JANKI, A MENTE MAIS ESTÁVEL DO MUNDO



"Uma ioguina indiana, Dadi Janki, de 86 anos, foi considerada pelo Instituto de Pesquisa Médica e Cientifica da Universidade do Texas, como a "mente mais estável do mundo", porque mesmo testada em situações tensas e perigosas, seu eletroencefalograma marcou a presença constante de ondas delta, as ondas mais positivas e lent as produzidas pela atividade cerebral. Ela recebeu da ONU o título, muito raro de ser concedido, de Guardiã do Planeta, por seu trabalho em prol de mentes mais livres e pacíficas.

Quando lhe perguntaram, em sua visita a S. Paulo, a receita de uma mente tão tranquila e sem pesos, ela respondeu:
"Muito amor no coração por todos e nenhum apego por ninguém, tentar não prejudicar pessoa alguma minimamente e eliminar da mente qualquer pensamento negativo, fazendo um exercício diário e ter a certeza de que não estamos aqui à-toa, mas para cumprir o destino da evolução. Que somos caminhantes, sem dependências ou estabilidades. Quem não percebe isso se torna escravo do desnecessário e polui a mente"."

quarta-feira, 15 de abril de 2009

terça-feira, 14 de abril de 2009

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Amizade

"A amizade sofreu um declínio progressivo, correlato desse processo de despolitização e de familialização, pois durante a Idade Moderna, ela fazia parte – para além dos laços familiares – de redes de sociabilidade e de convivialidade em uma sociedade com uma forte vida pública e um complexo tecido relacional.

A amizade é um fenômeno público, precisa do mundo e da visibilidade dos assuntos humanos para florescer. Nosso apego exacerbado à interioridade, a “tirania da intimidade”, não permite o cultivo de uma distância necessária para a amizade, já que o espaço da amizade é o espaço entre os indivíduos, do mundo compartilhado – espaço da liberdade e do risco -, das ruas, das praças, dos passeios, dos teatros, dos cafés, e não o espaço de nossos condomínios fechados e nossos shopping centers, meras próteses que prolongam a segurança do lar.

Daí que um deslocamento da ideologia familialista e a correspondente reabilitação do espaço público permitiriam que uma estilística da amizade fosse um experimento social e cultural plausível. Intensificando nossas redes de amizade, podemos reinventar o político."

ORTEGA, Francisco (2002) Genealogias da Amizade. São Paulo: Editora Iluminuras, p. 161-162.


Este foi um presente feliz que recebi hoje. Obrigada Majú

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Borboletas...

A maior riqueza do homem é sua incompletude

“A maior riqueza do homem é sua incompletude.

(...) Não agüento ser apenas um sujeito que abre portas, que puxa válvulas, que olha o relógio, que compra pão às 6 horas da tarde, que vai lá fora, que aponta lápis, que vê a uva etc. etc.

Perdoai!

Mas eu preciso ser Outros.

Eu penso renovar o homem usando borboletas.”

Manoel de Barros